sexta-feira, maio 11, 2007

O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA, NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR

O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA, NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR

CHAMA –SE ANTÓNIO JOSÉ MORAIS E É ENGENHEIRO A SÉRIO ; DAQUELES RECONHECIDOS PELA ORDEM (não é uma espécie de Engenheiro, como diria Gato Fedorento ) .

O António José Morais é primo em primeiro grau da Dr.ª Edite Estrela. É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng.º Sócrates . Também é amigo de outro transmontano, licenciado também pela INDEPENDENTE - o DR. Armando Vara - antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng.º Sócrates e da Dr.ª Edite Estrela.

O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC ( Laboratório Nacional de Engenharia Civil) , só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada.
Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta .

Trabalhou para outras empresas entre as quais a HIDROPROJECTO e pelas mesmas razões foi convidado a sair.

Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã aonde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng. Sócrates.

Daí nasce uma amizade.

É desta amizade entre o Eng. da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Dr.ª Edite Estrela , proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista.

E assim começa a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Dr.ª Edite Estrela , ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.

À ambição legitima do politico Sócrates era importante acrescentar a licenciatura.

Assim o Eng. Morais , já professor do prestigiado ISEL ( Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ) passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno – José Sócrates Pinto de Sousa , bacharel .

O Eng. Morais demasiado envolvido noutros projectos faltava amiúdes vezes ás aulas e naturalmente foi convidado a sair daquela docência.

Homem de grande espírito de iniciativa , rapidamente colocou-se na Universidade Independente .

Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na politica e na governação seguiu – o “ porque era a escola ,mais perto do ISEL que encontrou “.

E assim se licenciou , tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais . E ultrapassando todas as dificuldades , conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia-se , e passa a ser Engenheiro, á revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo – se completamento ao Ministério que tutela o ensino superior.

(Diga-se que esta circunstância não faz nenhum sentido; se é a Ordem que determina quem tem aptidão para ser Engenheiro devia ser a Ordem a aprovar os Cursos de Engenharia . Vai daí o Ministério da Ciência e ensino supeior decidiu que os cursos deveriam ser homologados por uma entidade independente às associações de classe e ordens porque actualmente o sistema é "esquizofrénico")

Eis que licenciado o governante há que retribuir o esforço do HIPER MEGA PROFESSOR, que com o sacrifício do seu próprio descanso deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora de normal , já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente .

E ASSIM FOI:

O amigo Vara , também secretário da Administração Interna coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI , um organismo daquele Ministério.
O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa , teve que ser demitido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara .
( lembram - se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara (pressões do Presidente Sampaio ) , o que levou ao corte de relações do DR. Vara com o DR. Sampaio – consta – se até que o DR. Vara nutre pelo ex Presidente um ódio de estimação.

O Eng. Guterres farto que estava do Partido Socialista aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda-os todos para o desemprego.

Segue-se o DR. Durão Barroso e o DR. Santana Lopes que não se distinguem em praticamente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates E GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA.
Eis que, amigo do seu amigo é , e vamos dar mais uma oportunidade ao Morais , que o tipo não é para brincadeiras.

E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça .

O Eng. Morais homem sensível e de coração grande , tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo.

E como a paixão obnubila a mente e trai a razão nomeia a “brasuca “ Directora de Logística dum organismo por ele tutelado a ganhar 1600 € por mês. Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações ) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava.
Daí a ser publicado no “ 24 HORAS” foi um ápice.
E ASSIM lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.

Quando se começou a levantar uma aura de mistério sobre as habilitações do Engenheiro Civil ou Engenheiro Técnico e descobriu onde o Primeiro Ministro tirou a licenciatura, o Ministro da Ciência e Ensino Superior conseguiu acabar com o Estatuto de utilidade Pública que fundamenta a continuidade da Independente como Universidade sem nunca ter tido condições materiais para cumprir condignamente a sua missão, mas continuando.

TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES

quinta-feira, outubro 26, 2006

O Deve e O Haver

Confrontem-se as seguintes fontes:

" Portugal vale a pena

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos
e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na
saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.
Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados,porque não hão-de os bons serem também seguidos? "

Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso In Revista Exportar

2.º texto:

Isto é apenas uma gota no OCEANO chamado Portugal!


Tudo o que vai aparecer neste texto não é ficção! Acontece em Portugal. País com regime democrático à beira mar plantado. Vamos lá...

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Demorou até um pouco para ver se não dava nas vistas. Mas a Festa continua .......Segundo a revista Focus (pág.25 ), a EDP conta com um novo assessor jurídico. Foi nomeado pelo ex-ministro António Mexia (actual presidente executivo da EDP) e vai ganhar cerca de EUR 10.000/mês.Quem é ele?Perguntam vocês... Pensem um pouco... Mais um bocadinho...Não era fácil...:
- Pedro Santana Lopes (MAIS UM JOB)

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A opinião pública é fabricada por quem? Penso que todos somos influenciados pela COMUNICAÇÃO SOCIAL.

ESTÃO TODOS CALADINHOS, PORQUÊ ????????????????Subsistema de Saúde dos Jornalistas.Por que será que andam caladinhos? Objectividade da análise jornalística? Porque é preciso ter os jornalistas na mão....O subsistema de saúde "dos fazedores de opinião" é INTOCÁVEL!!!A Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas é dirigida por uma comissão administrativa cuja presidente é a mãe do ministro António Costa e do Director-Adjunto da Informação da SIC, Ricardo Costa (Maria Antónia Palla Assis Santos - como não tem o "Costa", passa despercebida...).O Ministro José António Vieira da Silva declarou, em Maio último, que esta Caixa manteria o mesmo estatuto!Isso inclui regalias e compensações muito superiores às vigentes na função pública (ADSE), SNS e os outros subsistemas de saúde.É só consultar a tabela de reembolsos anexa.... Mas este escândalo não será divulgado pela comunicação social, porque é parte interessada (interessadíssima!!!) pelo há que o divulgar ao máximo por esta via!!!

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Era a manchete do Expresso e custa acreditar. A nossa petrolífera tem vindo a ser albergue de parasitas e toca de incompetentes. Veja-se:Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das O.P. e Transportes...O filho de Miguel Horta e Costa, recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.Manuel Queiró, do PP, era administrador da área de imobiliário(?) 8.000euros/mês.A contratação de um administrador espanhol passou por ser-lhe oferecido 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída),pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo(?) era remunerado de forma simbólica: três mil euros por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...
Outros exemplos avulsos: Um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês; A especialista em Finanças que foi para Marketing por 9800 euros/mês... Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500. Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para
20.000 euros mensais.A GALP é o que é, não por culpa destes senhores, mas sim dos amigos que ocupam, à vez, a cadeira do poder. É claro que esta atitude, emula do clássico "é fartar, vilanagem", só funciona porque existe uma inenarrável parceria GALP/Governo. Esta dupla, encarregada de "assaltar" o contribuinte português de cada vez que se dirige a uma bomba de gasolina, funciona porque metade do preço de um litro de combustível vai para a empresa e, a outra metade, para o Governo. Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político...Antes sustentar as gasolineiras espanholas que estão no mercado do que estes vampiros!!!

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Assunto:PESO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS NA POPULAÇÃO ACTIVA ( Dados de 2004)
(Fonte EUROSTAT, publicado no Correio da Manhã)
Suécia .. 33,3%
Dinamarca ..30,4%
Bélgica .. 28,8%
Reino Unido ..27,4%
Finlândia ..26,4%
Holanda .. 25,9%
França .. 24,6%
Alemanha .. 24%
Hungria .. 22%
Eslováquia ..21,4%
Áustria .. 20,9%
Grécia .. 20,6%
Irlanda .. 20,6%
Polónia .. 19,8%
Itália .. 19,2%
República Checa ..19,2%
PORTUGAL .. 17,9%
Espanha .. 17,2%
Luxemburgo .. 16%
Não há pois funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição não correcta, o que faz com que haja sectores em falta e outros em excesso.
Por exemplo, a reforma administrativa que, sem dúvidas, urge fazer-se, deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam que cada ministro deste e de outros governos tem, para seu serviço pessoal e sob as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e subsecretários de estado, chefes de gabinete, funcionários do gabinete, assessores, secretárias e motoristas) e 56 viaturas, apenas CINCO vezes mais que no resto da Europa.
Há políticos e governantes que querem a diminuição cega dos quadros apenas para que as empresas privadas de seus amigos e padrinhos possam ser contratadas para fazer serviços públicos ("Outsourcing") e possam facturar muito.
Finalmente, o contraste entre o destaque dado pela comunicação social controlada e até corrupta.
Se serviu para alguma coisa, o «programa dos Prós» da RTP de 22 de Maio, foi que, quando as comadres se zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito dinheiro.
Nestes dias, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu à opinião pública, foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função pública.
Resulta que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de funcionários públicos na população activa.
A realidade sustentada por alguns governantes e ex-governantes, nada mostra quanto aos factos que estarão na base de tais afirmações, tão pouco se naqueles 200 mil, estarão os milhares de "boys" nomeados pelo mesmo sistema que os esses mesmos governantes construiram nos últimos 20 e alguns anos.
Assim se informa e se faz política em Portugal.


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Em Setembro de 2002 foi publicada na II Série do Diário da República a aposentação do Exmº. Senhor Juiz Desembargador Dr. José Manuel Branquinho de Oliveira Lobo, a quem foi atribuído o número de pensionista 438.881.

De facto, no dia 1 de Abril de 2002 o Dr. Branquinho Lobo havia sido sujeito a uma “Junta Médica” que, por força de uma doença do foro psiquiátrico, considerou a sua incapacidade para estar ao serviço do Estado, o que foi determinante para a sua passagem à aposentação.


De acordo com o disposto na alínea a) do nº.2 do artigo 37º do decreto-lei nº.498/72 de 9 de Dezembro, em caso de aposentação motivada por incapacidade ou doença, constitui regalia dos magistrados judiciais auferirem a sua pensão de aposentação por inteiro, como se tivessem todo o tempo de serviço para tal necessário.

Por esse motivo , o Dr. Branquinho Lobo passou a auferir uma pensão de aposentação no montante de € 5.320,00.
Contudo, por resolução proferida no dia 30 de Julho de 2004, o Conselho de Ministros do Governo do Dr. Pedro Santana Lopes nomeou o Dr. Branquinho Lobo como Director Nacional da Polícia de Segurança Pública.

Desde então, o Dr. Branquinho Lobo acumula a sua pensão de aposentação por incapacidade com o vencimento de Director Nacional da P.S.P.

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Depois de apresentar este texto só posso dizer que tenho vergonha de ser português em Portugal. Gostava de viver numa verdadeira Democracia!

- Todos com o mesmo sistema de saúde;
- Todos a pagarem impostos;
- Todos a terem reformas merecidas e justas;
- Todos com o mesmo sistema de Justiça e não um para os ricos (intocáveis) e outro para os pobres;
- Etc...

Peço a quem ler esta mensagem que divulgue e que se tiver conhecimento de mais casos que me envie para eu compilar tudo para mostrar a todos o país onde vivemos.

tiago.lab@gmail.com

Um abraço de um simples professor.

terça-feira, outubro 10, 2006

Manifesto Pró Pacheco Pereira

MANIFESTO PRÓ-PACHECO PEREIRA: Amaldiçoado seja o palerma que anda entretido a piratear o Abrupto – ou, se a maleita do blogue é devida a erro informático, maldito seja então esse amontoado defeituoso de zeros e uns. Que arda no Inferno a besta – humana ou cibernética – que ofereceu ao Pacheco Pereira a sua última glória: o martírio. Alguém quer calar o Pacheco Pereira. Porquê? Ninguém sabe. O Pacheco Pereira incomoda. Quem? Ninguém diz. Mas o bravo Pacheco Pereira persistiu, agarrado ao leme do blogue, e depois de tremer três vezes escreveu este post veemente. Veementemente escrito a negrito, para percebermos que o autor vocifera, e sublinhado a amarelo veementemente, para percebermos que o autor investe. Sobre quem? Ninguém percebe. Mas o leitor que não esteja preparado para tanta veemência em tão poucas linhas não deixará de se comover. Trata-se de um pequeno mas lancinante grito de insurreição em que a preposição “desde” (a mais insurrecta das preposições) é protagonista. “Desde o momento em que não sei quê”, principia Pacheco Pereira. Mas “desde o início da tarde que não sei que mais”, prossegue depois. Pelo meio recebeu mensagens de conforto, o que aproveita para agradecer “desde já”. No fim, a promessa que nenhum homem decente conseguirá ler sem que os olhos se lhe encham de água: “podem ter a certeza de que aconteça o que acontecer o Abrupto continuará. Não será por esta via que acabam com ele.” “Acabam”, diz ali. O sujeito permanece indeterminado, mas agora temos um plural. Eles. Ah, perniciosa matilha. Quem serão? Os comunistas, os socialistas, os próprios sociais-democratas? Os jornalistas, os informáticos, os benfiquistas? Os bombeiros, os travestis, os profissionais do sector dos lacticínios? Ninguém arrisca um palpite. E, de facto, que se saiba, o blog prossegue como dantes, de modo que não chegamos a perceber se é a mordaça que é reles e barata ou se é a boca do censurado que de modo nenhum se deixa amordaçar, tão forte é a verdade das suas palavras. Também pouco importa, que o mal está feito. Apetece sair para a rua e escrever nas paredes “Ninguém há-de calar a voz do Pacheco Pereira”. Perder o acesso ao Abrupto seria, para nós, pecadores do século XXI, perder o contacto com a santidade. Porque o Pacheco Pereira é uma espécie de Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, mas de âmbito mais alargado: observa todos os males do Mundo. E, assim como não há toxicodependentes no Observatório Europeu, também não há mal do Mundo que toque, sequer de raspão, em Pacheco Pereira. Há males nos blogues – mas não no de Pacheco Pereira. Há males na política – mas não na que Pacheco Pereira faz. Há males nos jornais – mas não nas páginas em que Pacheco Pereira escreve. Muito santo tem um homem de ser para passar impoluto num mundo tão indecente. E, no entanto, abre-se o blog do Pacheco Pereira e fica-se com o computador a cheirar a éter. O Pacheco Pereira é um desses semideuses de que fala o Álvaro de Campos no “Poema em Linha Recta”. Nunca levou porrada, nunca foi ridículo, nunca fez vergonhas financeiras. O Pacheco Pereira não se espanta, não se aleija, não tropeça, não duvida, não hesita, não ri. O Pacheco Pereira não faz um gesto que não o enobreça, não tem um prazer que não o edifique, não cede a um vício que não seja, vendo bem, uma virtude.O Pacheco Pereira nunca escreve com as mãos sujas.O Pacheco Pereira é um homem carregado de sentido.Eu gostaria de adquirir uma viatura em segunda mão ao Pacheco Pereira.O Pacheco Pereira cheira magnificamente da boca.O Pacheco Pereira nu é belíssimo.O Pacheco Pereira é de tal forma superlativo que já merecia ser elogiado no Abrupto pelo Pacheco Pereira.O Pacheco Pereira publica opiniões de leitores: uns gostam imenso do que o Pacheco Pereira escreve; outros gostam ainda um pouco mais.O Pacheco Pereira propõe discussões que normalmente envolvem a elaboração de listas. E os leitores discutem e elaboram.De manhã, à hora a que a generalidade dos homens está a fazer a barba, o Pacheco Pereira está a pendurar poemas no blogue. E pendura-os com a mesma burocracia nos gestos com que os outros homens fazem a barba. Os homens não fazem comentários à barba e o Pacheco Pereira também não comenta os poemas. Os homens não se emocionam com a cara escanhoada e o Pacheco Pereira também não se emociona com os versos. Deus livre o Pacheco Pereira de ser tomado por uma das emoções humanas. O Pacheco Pereira exibe poemas como aqueles senhores, na rua, exibem os genitais. Abre a gabardina e mostra um soneto. Baixa as calças e revela uma ode.Os poemas são escolhidos pelo Pacheco Pereira, mas há quem diga que podiam ser escolhidos por uma máquina, sem diferenças no resultado final. Sinceramente, duvido. Não creio que a máquina conseguisse escolhê-los tão automaticamente.
Ricardo Araújo Pereira in
http://gatofedorento.blogspot.com/
22 de Julho de 2006

sexta-feira, junho 09, 2006

VAMOS TODOS APOIAR A SELECÇÃO

Apoio à selecção, Pois claro! Vamos apoiar a Selecção dos cromos da bola! Vamos apoiar a Galp que nosvende a gasolina como se tivesse comprado o petróleo a 80 dólares quando ocomprou a 45! Vamos apoiar a Galp que precisa de pagar aos seus 17administradores ordenados de 20.000€, /mês fora o presidente que ganha75.000/mês! Vamos apoiar os "heróis" que ganham mais quando dão um pontapéna bola do que qualquer um de nós a trabalhar no duro um ano inteiro!Como nenhum dos dez estádios que foram construídos para o outro campeonato dabola servia para os treinos dos rapazes, vamos apoiar a inauguração, hojemesmo, de mais um, o do Lusitano de Évora, construído de propósito para SuasExcelências treinarem durante quinze dias!!!!!!!!!!!!Vamos apoiar a negociata dos terrenos do antigo campo Estrela que vai serurbanizado apesar de no PDM ser zona desportiva!Como precisam de descansar vamos apoiar o facto de estarem instalados em quartosindividuais no hotel Convento do Espinheiro (5 estrelas-luxo) a 250€/dia cada um! Como podemos apoiar? É simples !Inscrevemo-nos no cordão humano; recebemos mails promocionais da Galp todas assemanas; pagamos os combustíveis mais caros da Europa e depois a Galp dá-nosuns pontos que trocamos por prémios da treta, mais caros que na loja dos Chineses!E vamos ficar todos felizes ! Durante dois ou três meses, só se vai falar naSelecão do Scolari, enquanto a Selecão do Sócrates vai inventando maneirasde nos fazer pagar tudo isto e mais o que falta pagar do Euro2004. E depois dasférias, lá para Setembro, antes que alguém repare que a gasolina já está amais de 2€ e o gasóleo a 1,5€, começa logo outro campeonato da bolapara nos dar motivo de conversa e alimentar o Orgulho Nacional !!!E já agora, por favor, não se esqueçam de começar desde já a engalanar todoo País com a Bandeira dos Pagodes (antigas Quinas) que os operários chineses,coitados, também merecem ganhar a vidinha.........VIVA A SELECÇÃO !!!!!!!!!!!!!!! VIVA A GALPVIVA PORTUGAL !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!ABENÇOADOS SEJAM OS POBRES DE ESPÍRITO PORQUE DELES SERÁ O REINO DOS CÉUS

segunda-feira, abril 03, 2006

Uma hipótese curiosa para a questão da gripe das aves

HAVERÁ ALGUÉM QUE POSSA CONFIRMAR OU DESMENTIR ESTA NOTÍCIA?

Extracto do Editorial do número 81 (Abril-2006) da conceituada revista DSALUD ( www.dsalud.com) por José Antonio Campoy - Sabem que o virus da gripe aviária foi descoberto há 9 anos no Vietname? - Sabem que desde então morreram apenas 100 pessoas EM TODO O MUNDO EM TODOS ESTES ANOS? - Sabem que os Norte Americanos foram os que alertaram da eficácia do TAMIFLU (antiviral humano) como preventivo? - Sabem que o TAMIFLU apenas alivia alguns síntomas da gripe comum? - Sabem que a sua eficácia perante a gripe comum está questionada por grande parte da comunidade científica? - Sabem que perante um SUPOSTO vírus mutante como o H5N1 o TAMIFLU apenas dará um pequeno alívio? - Sabem que a gripe aviária até agora só afecta as aves? - Sabem quem comercializa o TAMIFLU? LABORATÓRIOS ROCHE. - Sabem a quem comprou a ROCHE a patente do TAMIFLU en 1996? Á GILEAD SCIENCES INC. - Sabem quem era o Presidente da GILEAD SCIENCES INC e ainda hoje o principal accionista? DONALD RUMSFELD, actual Secretário da Defesa dos Estados Unidos da América. - Sabem que a base do TAMIFLU é o anis estrelado? - Sabem quem ficou com 90% da produção mundial desta árvore? LABORATÓRIOS ROCHE. - Sabem que as vendas do TAMIFLU passaram de 254 milhões em 2004 para mais de 1.000 milhões em 2005? - Sabem quantos milhões mais pode ganhar a ROCHE nos próximos meses se continua este negócio do medo? - Ou seja o resumo do artigo é o seguinte: Os amigos de Bush decidem que um fármaco como o TAMIFLU é a solução para uma pandemia que ainda não se verificou e que causou em todo o mundo 100 mortos em 9 anos. Este fármaco não cura nem a gripe comum. O Vírus não afecta o homem em condições normais. DONALD RUMSFELD vendeu a patente do TAMIFLU á ROCHE e estespagaram-lhe uma fortuna. Os Laboratórios Roche compraram 90% da produção do Anis Estrelado, base do antivírico. Os Governos de todo o Mundo, ameaçados com uma pandemia compram áROCHE quantidades industriais do produto. Nós acabamos por pagar o medicamento, e Rumsfeld, Cheney e Bush fazem o negócio... - ESTAMOS LOUCOS, OU SOMOS IDIOTAS? PELO MENOS PASSEM A MENSAGEM PARA QUE SE SAIBA. O artigo encontra-se em castelhano na revista DSALUD em: http://www.dsalud.com/editoriales_81.htm.htmtranscrição do original:"Bastó que Estados Unidos tocara la campana de alarma para que elmundo temblara de miedo ante la perspectiva de una pandemia. A pesarde que han transcurrido nueve años desde que el famoso virus de lagripe aviar fuera detectado en Vietnam y no llegan aún a cien lasvíctimas mortales. Una media pues de once fallecimientos al año... ¡entodo el mundo! Un detalle insignificante que no impidió a George Bushemprender su segunda "guerra preventiva" en poco tiempo, esta vez paraluchar contra otra arma de destrucción masiva tan vaporosa como las"encontradas" en Irak: el virus H5N1. A fin de cuentas había halladotambién una poderosa "arma preventiva", un antiviral llamado Tamifluque comercializaba la empresa suiza Roche y que en apenas unos días seconvirtió en la gallina de los huevos de oro. De hecho, los ingresospor su venta pasaron de 254 millones en el 2004 a más de 1.000millones en el 2005. Y su techo es imprevisible dada la grotescareacción de los gobiernos occidentales con peticiones masivas delproducto. La realidad, sin embargo, es que la eficacia del Tamiflu escuestionada por gran parte de la comunidad científica. Muchos sepreguntan cómo se espera que pueda servir ante un virus mutante cuandoapenas alivia algunos síntomas -y no siempre- de la gripe corriente.Obviamente la respuesta al protagonismo del Tamiflu en nuestras vidasno es científica sino puramente comercial. El Tamiflu era hasta 1996propiedad de Gilead Sciences Inc. empresa que ese año vendió lapatente a los laboratorios Roche. ¿Y saben quién era entonces supresidente? Pues el actual Secretario de Defensa de Estados Unidos,Donald Rumsfeld, que aún hoy sigue siendo uno de sus principalesaccionistas. ¿Y recuerdan que pasó el año pasado? Pues que en cuantoempezó a hablarse de la gripe aviar Gilead Sciences Inc quisorecuperar el Tamiflu alegando que Roche no hacía esfuerzos suficientespor fabricarlo y comercializarlo. Y que tenía "fuerza" para lograrlolo demuestra que ambas empresas se sentaron a "negociar" y acordaronen un tiempo récord constituir dos comités conjuntos, uno que seencargase de coordinar la fabricación mundial del fármaco y decidirsobre la autorización a terceros para fabricarlo y otro para coordinarla comercialización de las ventas estacionales en los mercados másimportantes, incluido Estados Unidos. Además Roche pagó a GileadSciences Inc unas regalías retroactivas por valor de 62,5 millones dedólares. Y por si fuera poco la empresa norteamericana se quedó conotros 18,2 millones de dólares extra por unas ventas superiores a lascontabilizadas entre 2001 y 2003. A lo que hay que añadir un dato:Roche se ha quedado con el 90% de la producción mundial de anísestrellado, árbol que crece fundamentalmente en China -aunque tambiénse encuentra en Laos y Malasia- y que es la base del Tamiflu. Elescenario, qué duda cabe, estaba completo. Sólo había que empezar aencontrar poco a poco aves contagiadas con el virus en distintospaíses -un ave aquí, otro par más allá- para crear alarma mundial conla ayuda de científicos y políticos poco escrupulosos o de escasacapacidad intelectual y de los grandes medios de comunicación -quecomo todo el mundo sabe no se caracterizan precisamente por investigarlo que publican o emiten-. ¿Y qué tiene que ver Donald Rumsfeld entodo esto? Pues absolutamente nada. Según un comunicado emitido elpasado mes de octubre por el Pentágono el actual Secretario de Estadonorteamericano no intervino en las decisiones que tomó el Gobierno desus amigos Bush -el presidente- y Cheney -el vicepresidente- sobre lasmedidas preventivas que había que adoptar ante la amenaza de pandemia.El comunicado afirma que se abstuvo, que no tuvo nada que ver en ladecisión de la Administración estadounidense de apoyar y aconsejar eluso del Tamiflu a nivel mundial. Y nosotros le creemos. Como cuandoaseguró solemnemente que en Irak había armas de destrucción masiva.Además el hecho de que su nombre aparezca unido a una vacunaciónmasiva contra una supuesta gripe del cerdo durante la Administraciónde Gerald Ford en la década de los 70 -que dio como resultado más de50 muertos a causa de los efectos secundarios- no es más que unacoincidencia. Como lo es que la FDA aprobara el aspartamo a los tresmeses de que Rumsfeld se incorporase al Gabinete de Ronald Reagan apesar de que tras diez años de estudios no se había tomado ningunadecisión. Sólo alguien muy mal pensado puede plantearse que tuvieraalgo que ver el hecho de que poco antes de incorporarse al Gobiernonorteamericano Rumsfeld fuera el presidente del laboratorio fabricantedel aspartamo. Y, por supuesto, tampoco tuvo nada que ver con lacompra tras el 11-S del Vistide, fármaco adquirido masivamente por elPentágono para evitar los efectos secundarios que podía producir lavacuna de la viruela entre los soldados norteamericanos a los que seles aplicó masivamente antes de enviarlos a Irak. Que el Vistide fueratambién un producto de los laboratorios Gilead Sciences Inc, creadordel Tamiflu, es otra coincidencia. Así que siga usted de cerca todaslas informaciones que aún van a darse sobre la gripe aviar y llene subotiquín casero de Tamiflu. Y si hay que comprar algo más, se compra.Faltaba más. Les invito a leer el excelente artículo que Antonio Muropublica sobre ello en el próximo número de la revista. "José Antonio Campoy

terça-feira, fevereiro 21, 2006

A importância da resposta "não sei".

Se ainda não sabes qual é a tua verdadeira vocação, imagina a seguinte cena:
Estás a olhar pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta: - Será que vai chover hoje?
Se responderes "com certeza..." - a tua área é Vendas: - o pessoal de Vendas é o único que tem sempre a certeza de tudo.
Se a resposta for "sei lá, estou a pensar noutra coisa..." - então a tua área é Marketing: - o pessoal de Marketing está sempre a pensar naquilo em que os outros não estão a pensar.
Se responderes "sim, há uma boa probabilidade..." - És da área de Engenharia: - o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a resposta for "depende..." - nasceste para Recursos Humanos: - uma área em que qualquer facto estará sempre na dependência de outros factores.
Se responderes "ah, a meteorologia diz que não..." - Então és da área de Contabilidade: o pessoal da Contabilidade confia mais nos dados no que nos próprios olhos.
Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva": - então o teu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer mudança de tempo.
Agora, se responderes "não sei"... há uma boa chance de teres uma carreira de sucesso e chegares a director da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os outros 99 acham sempre que precisam de ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação. Não sei é sempre uma resposta que economiza o tempo de toda a gente e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de uma tomada de decisão.
Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu, sinceramente, "não sei".
MAX GEHRINGER

sexta-feira, novembro 18, 2005

Portugal: Nove séculos, dez bandeiras

in "Expresso", Lisboa, 08 de Junho de 2002.

Texto de Isabel Oliveira, com Manuel Rufino Teixeira


Num momento em que se discute o regresso dos símbolos nacionais às escolas primárias, na convicção de que de pequenino se aprende a ser português e a valorizar o que é nosso, é importante ter em conta que a Bandeira Nacional constitui, antes de mais, uma «assinatura» ou «divisa» de um Estado. Deste modo, estudar a evolução da nossa bandeira implica um profundo conhecimento da História deste cantinho à beira-mar plantado.


1143-1185: D. Afonso I a D. Sancho I
Portugal já foi representado por dez bandeiras, nove referentes à monarquia e uma imposta pelos republicanos, cada uma delas espelhando os valores mais sagrados para o poder vigente.
O nosso primeiro estandarte, dos tempos da fundação da nacionalidade, tinha a Cruz de Cristo sobre um fundo branco. Não admira: «De prata, uma cruz, de azul» era esta a descrição heráldica do escudo de D. Afonso Henriques, herdada, segundo se diz, de seu pai, Henrique de Borgonha. Esta bandeira simbolizou Portugal desde a sua independência - em 1143 - até 1185, se bem que durante este período se tenha registado uma evolução natural da representação pátria: de acordo com Trindade Coelho, esta advém da alteração introduzida por D. Afonso Henriques no seu escudo quando foi aclamado Rei: a entrada de um elemento novo na composição do brasão, os besantes ou dinheiros, cujo significado heráldico é o de resgate ou o direito de cunhar moeda.


1185-1248: Sancho I a D. Afonso III

Sucede-lhe no trono o seu filho D. Sancho I, que promove as «quinas» - escudetes em azul carregados de besantes a branco - que se dizem representar as cinco chagas de Cristo crucificado, enquanto que os 25 besantes, acrescidos dos cinco do escudete final, representariam as 30 moedas da traição de Judas.
Saliente-se, no entanto, que os besantes não eram inicialmente cinco em cada escudo, aparecendo mais frequentemente 11. Para muitos historiadores, este brasão nunca chegou a tomar a forma de bandeira. A segunda insígnia perdurou até 1248, sendo adoptada por D. Afonso II (Rei entre 1211 e 1223) e D. Sancho II (1223-1248). Estava-se perante um compromisso entre a força das armas (escudos ou escudetes) e a simbologia da cruz.

1248-1385: D. Afonso III a D. João I

Não sendo o primogénito de seu pai, D. Afonso III (1248-1279), «o Bolonhês» - cognome atribuído por ter casado com D. Matilde, condessa de Bolonha - não deveria usar as armas paternas sem «diferença», de acordo com as práticas da heráldica da época. A sua união posterior com D. Beatriz de Castela ditaria a introdução de uma borda vermelha castelada a ouro.
O facto de ter sido Afonso III quem conquistou definitiva e completamente o Algarve levou à convicção de que os castelos representavam o território. Trata-se, no entanto, de uma ideia errada, já que nesta altura o número de castelos ainda era variável, tal como o número de besantes nos escudetes.

1481-1495: D. João I

O estandarte vermelho e branco permaneceu intocável com D. Dinis (1261-1325), D. Afonso IV (1325-1357), D. Pedro I (1357-1367) e D. Fernando (1367-1383).
A Dinastia de Avis, iniciada com D. João I em 1385, traz consigo uma modificação de fundo na bandeira, ao incluir na bordadura vermelha as quatro pontas da cruz florida desta Ordem. Na realidade, estas eram já as suas armas como mestre de Avis. O número de besantes é reduzido, embora ainda não esteja fixado nos actuais cinco.
D. Duarte (1433-1438) mantém a simbologia e o mesmo acontece com D. Afonso V (1438-1481).

No reinado de D. João II, entre 1481 e 1495, dá-se uma espécie de regresso à última bandeira da dinastia afonsina, embora só com sete castelos. Os escudetes azuis continuam a formar uma cruz, mas são endireitados, ficando todos a apontar para baixo, e a cruz de Avis é retirada. Nesta que é a última bandeira armorial usada como pavilhão «nacional», os castelos aparecem frequentemente em número de sete.
Caberia a D. Manuel I (1495-1521) uma transformação significativa ao símbolo nacional: numa altura em que se começam a usar as bandeiras rectangulares com um brasão no centro em vez das bandeiras armoriais quadradas, o fundo mantém-se branco, mas existe apenas um escudo peninsular (no interior os cinco escudetes azuis, na forma original, debruados a vermelho com os sete castelos a ouro) encimado por uma coroa real, aberta.



1495-1557: D. Manuel I a D. João III

Não é por acaso que a coroa aparece pela primeira vez com D. Manuel I, na altura em que Portugal conhece o apogeu da expansão marítima: à expansão africana juntar-se-ia a chegada de Vasco da Gama à Índia e a descoberta, por Pedro Álvares Cabral, do Brasil. Ao intitular-se Rei de Portugal e dos Algarves «de aquém e de além mar, senhor da navegação e da conquista da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia», ficou a ser o símbolo de ouro da História de Portugal. D. João III (1521-1557) segue-lhe as pisadas.Em 1557, no reinado de D. Sebastião, impõem-se duas alterações: a coroa passou a ser fechada, a exemplo de outros monarcas europeus, e o número de besantes em cada escudete é fixado em cinco, como foi fixado o número de castelos na bordadura (sete).



1557-1816: D. Sebastião a D. João VI

É esta a bandeira que prevalece com o cardeal D. Henrique (1578-1580), com D. António, prior do Crato (Junho-Agosto de 1580 no Continente, 1580-1583 em algumas ilhas dos Açores, nomeadamente a Terceira), com a dinastia filipina e boa parte da dinastia de Bragança. D. João IV (1640-1656) limitou-se a mudar o formato do escudo (ponta redonda), cabendo a D. Pedro II (1683- 1706) a adaptação do brasão às mais recentes modas, passando a coroa a ter cinco hastes em vez de apenas três.
Com D. João V, a coroa «virou» forrada de um barrete vermelho e o escudo terminava em bico contracurvado, no formato dito francês. Só no reinado de D. João VI (1816-1826), quando as invasões napoleónicas forçam a Corte a fugir para o Brasil, se inaugura uma nova bandeira: a chamada brasileira.

1816-1826: D. João VI a D. Pedro IV

A esfera armilar, um antigo emblema pessoal de D. Manuel e já usado na bandeira das naus da carreira do Brasil, foi apropriadamente acrescentada por este à bandeira real, para simbolizar o Reino de Portugal e Brasil, sendo a coroa colocada em cima da esfera. O escudo volta a ter a ponta redonda, no formato português.A última bandeira da monarquia, que é talvez a mais conhecida entre nós, surge em 1828, durante a regência de D. Pedro IV, que herdou a coroa portuguesa por morte do irmão primogénito e foi Rei durante alguns meses do ano de 1834. Metade azul (lado esquerdo), metade branca, o escudo está colocado rigorosamente no meio, já liberto da esfera armilar, mas idêntico ao anterior. É também designada como a bandeira constitucional e representaria o nosso país até 1910, quando foi proclamada a República.

A última bandeira da monarquia, que é talvez a mais conhecida entre nós, surge em 1828, durante a regência de D. Pedro IV, que herdou a coroa portuguesa por morte do irmão primogénito e foi Rei durante alguns meses do ano de 1834. Metade azul (lado esquerdo), metade branca, o escudo está colocado rigorosamente no meio, já liberto da esfera armilar, mas idêntico ao anterior. É também designada como a bandeira constitucional e representaria o nosso país até 1910, quando foi proclamada a República.





1826-1910: D. Pedro IV a D. Manuel II

Ainda hoje, nas manifestações de monárquicos, surgem misturadas as bandeiras tradicionais (brancas) e as do Liberalismo (azuis e brancas) em pacífico convívio.
Com a implantação da República, as cores de uma nova bandeira são aprovadas pelo Governo em 29 de Novembro de 1910 e ratificadas na Assembleia, em 19 de Julho de 1911: verde e vermelho, ocupando a área verde os 2/5 da área total da bandeira e a vermelha os 3/5 restantes. Ao centro, o brasão da República, constituído por um escudo (de novo em formato português) sobreposto a uma esfera armilar, cujo diâmetro é igual a metade da altura da bandeira. As cores representam um corte radical em relação às bandeiras da monarquia, mas note-se que o brasão se manteve praticamente sem alterações desde 1481.

terça-feira, novembro 15, 2005

A indústria do petróleo e suas consequências

A negação da mudança climática atravessou quatro etapas. Primeiro o lobbye dos combustíveis fósseis propalou que o aquecimento global era um mito. Depois concordaram que ele estava a ocorrer, mas insistiram que era uma coisa boa: podíamos cultivar vinho nas Pennines e tirar férias mediterrânicas em Skegness. Depois admitiram que os malefícios superavam os benefícios, mas disseram que custaria mais combatê­‑los do que tolerá­‑los. Agora eles atingiram a etapa 4. Eles anuíram que seria mais barato prevenir do que negligenciar, mas mantiveram que agora é tarde demais. Este é o seu argumento mais persuasivo.

Hoje, os climatologistas do Snow and Ice Data Centre vão publicar os resultados da última observação por satélite do gelo do oceano Árctico [1]. Parece que a cobertura deste mês será a mais baixa alguma vez registada. O Árctico, avisam, poderia já ter atingido o ponto de ruptura: o momento para lá do qual o aquecimento se torna irreversível [2]. Conforme o gelo desaparece, a superfície do mar torna-se mais escura, absorvendo mais calor. Menos gelo se forma, por isso mais escuro o mar se torna, e assim progressivamente.No mês passado, a New Cientist noticiou que algo similar está a acontecer na Sibéria. Pela primeira vez, há registo de que o permafrost [camadas permanentemente geladas]ocidental da Sibéria está a derreter [3]. À medida que isso acontece, liberta o metano armazenado na turfa. O metano tem um impacto vinte vezes superior ao dióxido de carbono no aquecimento da atmosfera. Quanto mais gás a turfa libertar, mais quente o mundo se tornará, e mais o permafrost derreterá.Há duas semanas atrás, cientistas da Universidade de Cranfield descobriram que os solos na Grã-Bretanha têm estado a libertar o carbono que contêm: conforme a temperatura sobe, a decomposição da matéria orgânica acelera, o que causa mais aquecimento, o que causa mais decomposição. O solo deste país já libertou dióxido de carbono suficiente para neutralizar os cortes de emissões que realizamos desde 1990 [4].Estes são exemplos de feedback positivo: efeitos de auto-reforço que, uma vez despoletados, são difíceis de travar. Estão a fazer-se sentir muito antes do que era suposto. O painel intergovernamental sobre mudança climática, que prevê até onde a temperatura mundial é provável subir, ainda não teve tempo de incluí-los nos seus cálculos. A corrente previsão – de 1,4 para 5,8 graus neste século – é quase certamente muito baixa.Há uma semana, eu diria que se é tarde demais, então um factor sobre todos os outros é responsável: o peso esmagador dos grandes negócios na política económica. Proibindo os governos de intervir efectivamente no mercado, as corporações obrigam-nos a não fazer nada a não ser esperar e olhar enquanto o planeta coze. Mas na quarta­‑feira descobri que isso não é assim tão simples. Numa conferência organizada pelo Building Research Establishment, testemunhei uma coisa extraordinária: as companhias a solicitar regulação mais dura, e o governo a recusar conceder [5].Os gestores ambientais da BT e da Jonh Lewis (que detém a Waitrose) queixaram-se de que sem padrões elevados a que toda a gente tenha que se conformar, as suas companhias põem­‑se a elas próprias em desvantagem se tentarem ser ecológicas. «Tudo isso conta», disse o homem de Jonh Lewis, «são custos, custos e mais custos». Se ele comprar iluminação amiga do ambiente e os seus competidores não, ele perde. Como resultado, disse, «eu dei as boas vindas à Energy Performance of Buildings Directive [Directiva de Desempenho de Energia dos Edifícios] da UE, pois vai forçar os retalhistas a tomar esses assuntos a sério» [6]. Sim, eu ouvi o grito do unicórnio: um executivo corporativo a dar as boas vindas a uma directiva europeia.E do governo? Nada. Elliot Morley, o ministro para a mudança climática propôs-se fazer tão pouco quanto lhe fosse permitisse. Os responsáveis do Departamento de Comércio e Indústria, em resposta a um gemido colectivo dos homens de fato, insistiram que as medidas que algumas companhias queriam seriam «uma indevida intervenção no mercado».Foi extremamente frustrante. Os homens de fato tinham vindo para revelar tecnologias do tipo que realmente poderia salvar o planeta. Os arquitectos do Atelier Ten tinham desenhado um sistema de refrigeração inspirado nas galerias escavadas pelas térmites. Instalando um labirinto de betão nas fundações, eles poderiam manter mesmo um grande edifício num sítio quente – como o centro de artes que tinham construído em Melbourne – a uma temperatura constante sem ar condicionado [7]. A única energia de que precisavam era para comandar os ventiladores que puxam o ar frio para cima, usando 10% da electricidade requerida para sistemas de ventilação normais.O homem de uma companhia chamada PB Power explicou como os 400 megawatts de resíduos quentes despejados para o Tamisa pela central eléctrica a gás em Barking poderiam ser aproveitados para aquecer as casas circundantes. Uma firma chamada XCO2 projectou uma turbina de vento praticamente silenciosa, que se dependura, como uma corda de roupa, de um eixo vertical. Pode ser instalada no meio de uma cidade sem perturbar ninguém.Só estas três tecnologias poderiam reduzir as emissões de carbono em milhões de toneladas sem causar qualquer declínio da nossa qualidade de vida. Como milhares de outras, elas estão prontas para arrancar imediatamente e quase universalmente. Mas o seu uso não será alargado enquanto os governo não agirem: continua a ser mais barato para as companhias instalar as velhas tecnologias. E o governo não agirá porque isso seria «uma indevida intervenção no mercado».Essa não foi, descobri agora, a primeira vez que as corporações solicitaram regulação. Em Janeiro, o presidente da Shell, Lord Oxburgh, insistiu que «os governos em países desenvolvidos precisam de introduzir taxas, regulações ou planos... para aumentar os custos da emissão de dióxido carbono» [9]. Ele listou as tecnologias requeridas para substituir os combustíveis fósseis, e observou que «nada disso irá acontecer se o mercado ficar entregue a si próprio». Em Agosto as cabeças da United Utilities, British Gas, Scottish Power e da National Grid juntaram-se aos Amigos da Terra e Greenpeace no apelo por «regulação mais dura para o ambiente urbano» [10].Chega da demanda perpétua dos thinkthanks para «tirar o governo das costas dos negócios». Qualquer firma que queira desenvolver novas tecnologias quer novas regras mais duras. É a regulação que cria o mercado.Então porque é que o governo não age? Porque compactua com as companhias sujas contra as limpas. A desregulação tornou-se o teste da sua virilidade: o sinal de que deixou para trás os maus velhos tempos do planeamento económico. Sir David Arculus, o homem nomeado por Blair para dirigir a Better Regulation Task Force [Equipa de Trabalho para Melhor Regulação] do governo, é também vice­‑presidente da Confederação da Indústria Britânica, a voz mais insistente na necessidade de pôr o mercado à frente da sociedade. É difícil de imaginar um conflito de interesses mais óbvio.Não acredito que seja tarde demais para minimizar a mudança climática. Muita da evidência sugere que poderíamos ainda impedir o ecossistema de derreter, mas só reduzindo as emissões de gases de efeito estufa em 80% até 2030. Estou a trabalhar num livro que mostra como isso pode ser feito, tecnicamente e politicamente. Mas tornou-se agora claro para mim que o obstáculo não é o mercado mas o governo, acenando um tratado com orelhas de cão que prova algum ponto num debate que o resto do mundo esqueceu.________
[1] Isto foi reportado por Steve Connor, no dia 16 de Setembro de 2005. Global warming ‘past the point of no return’. The Independent. Mas o centro acabou de anunciar que os seus resultados não serão publicados até ao final do mês. http://nsidc.org/news/
[2] Steve Connor, ibid.
[3] Fred Pearce, “Climate warning as Siberia melts”. New Scientist, 11 de Agosto de 2005.
[4] John Pickrell, “Soil may spoil UK’s climate efforts”. New Scientist, 7 de Setembro de 2005.[5] Resource ‘05, 13-15 Setembro de 2005. BRE, Watford.
[6] Bill Wright, director de energia e ambiente, John Lewis Partnership.
8] Quiet Revolution 6kW. Brochura da XCO2. Offord St, London. www.xco2.com/quietrevolution
[9] Lord Oxburgh, 27 de Janeiro de 2005. Citado no comunicado de imprensa da Greenpeace: Shell Chair urges government to act now on climate change.
[10] Tony Juniper et al, Letter to Margaret Beckett and other ministers, 1 Agosto de 2005. Disponível a pedido aos Amigos da Terra [Friends of the Earth].Fonte:Informação alternativa

terça-feira, novembro 08, 2005

quarta-feira, novembro 02, 2005

Galp como asilo de protegidos com ordenados chorudos

Alguém me arranja uma cunha na GALP??? Era a manchete do Expresso

A nossa petrolífera tem vindo a ser albergue de parasitas e toca de
incompetentes. Veja-se:
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das O.P. e Transportes... O filho de Miguel Horta e Costa, recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais. Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado. Manuel Queiró, do PP, era administrador da área de imobiliário, 8.000 euros/mês. A contratação de um administrador espanhol passou por lhe ser oferecido 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída). Pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP.
Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida
igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração um cargo não executivo, era remunerado de forma simbólica: três mil euros por mês, pelas presenças.
Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...
Outros exemplos avulsos: um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês; a especialista em Finanças que foi para Marketing por 9.800 euros/mês...
Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500.
Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais. A GALP é o que é, não por culpa destes senhores, mas sim dos amigos que ocupam, à vez, a cadeira do poder. É claro que esta atitude, émula do clássico "é fartar, vilanagem", só funciona porque existe uma inenarrável parceria GALP/Governo.
Esta dupla, encarregada de "assaltar" o contribuinte português de cada vez que se dirige a uma bomba de gasolina, funciona porque metade do preço de um litro de combustível vai para a empresa e, a outra metade, para o Governo. Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político...

Subsistema de saúde dos Jornalistas

Divulguem!!! Vejam a escandaleira deste governo!!! E confiem na objectividade da análise jornalística!!! Confiem neles!!! É mais um >escândalo.... Agora com os JORNALISTAS!!! Porque é preciso ter os jornalistas na mão... O subsistema de saúde destes pardais é INTOCÁVEL!!! A caixa de previdência e abono de família dos jornalistas é dirigida por uma comissão administrativa cuja presidente é a mãe do ministro António Costa e do Director-Adjunto da Informação da Sic, Ricardo Costa (Maria Antónia Palla Assis Santos - como não tem o "Costa", passa despercebida...). O inefável Ministro José António Vieira da Silva declarou, em Maio, último que esta caixa manteria o mesmo estatuto! Isso inclui regalias e compensações muito superiores às vigentes na função pública (ADSE), SNS e os outros subsistemas de saúde. É só consultar a tabela de reembolsos anexa.... Mas este escândalo não será divulgado pela comunicação social, porque é parte interessada (interessadíssima!!!) pelo há que o divulgar ao máximo por esta via!!! Passa esta mensagem ao máximo de pessoas que conseguires!!!

terça-feira, outubro 18, 2005

REFORMAS À SÓCRATES

APESAR de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado. A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador. A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
Salário:
Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses. A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros – a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril, e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro. Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.

terça-feira, setembro 27, 2005

Cavacologia

João Cardoso Rosas in Diário Económico SEt 2005

Os comentadores multiplicam discursos sobre as intenções, estratégias e pensamentos de Cavaco. A Cavacologia é uma das mais interessantes ciências esotéricas do momento. Assenta as suas bases científicas no facto de a principal fonte do saber, o Prof. Cavaco Silva, nada dizer sobre aquilo que interessa. Desta forma, toda a especulação é autorizada. Os comentadores multiplicam discursos sobre as intenções, estratégias e pensamentos de Cavaco. Cada um faz o que pode e eu não quero ser excepção. Tomemos pois a Cavacologia a sério, analisando o seu problema central nas várias vertentes que o compõem:a) Cavaco é de direita ou de esquerda? Tendo sido responsável por um importante processo de liberalização da economia portuguesa, Cavaco não é um liberal clássico ou de direita. Ele foi também responsável – e devia orgulhar-se disso –pelo reforço do débil Estado social português. Em termos culturais, será certamente mais conservador do que liberal, mas não se lhe conhecem posições excessivamente ideológicas ou fundamentalistas. No pensamento e na acção, Cavaco não pertence às direitas típicas, nem à liberal, nem à conservadora. Mas, como terá de representar as direitas num espectro político que se divide sempre a meio, corre o risco de ficar prisioneiro das suas estratégias. Isso coloca a questão da sua relação com os partidos que o apoiam.b) Cavaco é dependente ou independente dos partidos? Embora tenha sido homem de partido, Cavaco soube enfrentar no passado – até que se cansou – os seus inimigos internos. Recentemente, demarcou-se do grotesco PSD de Santana Lopes. Combateu-o em público e em privado. Portanto, não parece que Cavaco se coloque facilmente na dependência dos partidos que o apoiam, sendo até mais provável que, devido ao peso simbólico do múnus presidencial, venham a ser os partidos da direita a tornar-se reféns de Cavaco. Isto coloca o problema de saber o que fará ele a partir de Belém.c) Como interpreta Cavaco os poderes presidenciais? Será que pretende, como Soares, “marcar” o governo e criticar constantemente a acção governativa em público? Enquanto primeiro-ministro, Cavaco sempre se queixou desse tipo de actuação por parte de Soares enquanto presidente. Não é de crer que venha agora a ter uma actuação semelhante à que sempre criticou. Fora de circunstâncias excepcionais, como a do desastroso governo Santana Lopes, Cavaco será mais discreto, tal como Sampaio. Mas terá a vantagem de vir da área da oposição ao governo e, como tal, de favorecer os acordos de regime necessários para que algumas políticas públicas estruturais não mudem antes mesmo de serem testadas. O que conduz à próxima questão.d) Cavaco é bom para Sócrates, ou Soares seria melhor? Esta questão pode parecer excessivamente especulativa mas, recorde-se, essa é uma característica geral da Cavacologia. Do ponto de vista ideológico, Cavaco está mais próximo de Sócrates, embora sem coincidir com ele. Nos últimos dez anos, Soares tornou-se mais anti-liberal, anti-globalização e anti-americano, o que o afasta de Sócrates. Estas diferenças, combinadas com a interpretação soarista dos poderes presidenciais, constituem um mau cenário para o primeiro-ministro. Resta saber se o voto dos eleitores do centro-esquerda que votaram Sócrates e agora votarão Cavaco será suficiente para afastar tal cenário. Isso conduz-nos à última questão.e) Cavaco apoia-se nas partes mais dinâmicas, ou nas franjas mais engordadas da sociedade portuguesa? Esta é uma interrogação fundamental. Teme-se, com razão, ver Cavaco rodeado pelos barões dos seus governos. Aqueles que não deixaram qualquer legado de serviço público. Aqueles que se serviram da sua estada no poder para ganhar vantagem nos negócios e agora se querem servir dos seus negócios para ganhar vantagem no poder. Esses apoiantes de Cavaco apenas o desapoiam. Se forem eles a rodeá-lo, então Cavaco tem boas chances de perder. Um outro António Barreto incitará o “povo de esquerda”. Um novo Rui Veloso entoará o “rock da liberdade”.
João Cardoso Rosas é professor universitário e assina esta coluna três vezes por mês às terças-feiras.

Sobre OTA

Ota
Atribuido a Miguel Sousa Tavares
Uma história de 2 aeroportos:
Áreas: Aeroporto de Málaga: 320 hectares, Aeroporto de Lisboa: 520 hectares.
Pistas: Aeroporto de Málaga: 1 pista, Aeroporto de Lisboa: 2 pistas.
Tráfego (2004): Aeroporto de Málaga: 12 milhões de passageiros, taxa decrescimento,7% a 8% ao ano. Aeroporto de Lisboa: 10,7 milhões de passageiros, taxa de crescimento 4,5% ao ano.
Soluções para o aumento de capacidade:
Málaga: 1 novo terminal, investimento de 191 milhões de euros,capacidade 20 milhões de passageiros/ano. O aeroporto continua a 8 Km da cidade e continua a ter uma só pista.
Lisboa: 1 novo aeroporto, 3.000 a 5.000 milhões de euros,solução faraónica a 40Km da cidade.
É o que dá sermos ricos com o dinheiro dos outros e pobres comO próprio espírito. Ou então alguém tem de tirar os dividendos dos terrenos comprados nos últimos anos. Ninguém investiga isto? É preciso fazer alguma coisa. Pelo menos divulguem, ou faremos parte de "Otários"silenciosos

sexta-feira, setembro 23, 2005

Curiosidades Hilariantes

Sabiam que...
Que durante a Guerra de Sucessão, quando as tropas voltavam para o
quartel
após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: "0
Killed"
(zero mortos)?
Daí surgiu a expressão O.K.para indicar que tudo está bem.


Que quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se
assustaram
ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis?
Imediatamente chamaram um nativo (os aborígines australianos eram
extremamente pacíficos) e perguntaram qual nome do bicho. O índio
sempre
repetia "Kan Ghu Ru", e portanto o adaptaram a inglês,
Kanguroo"(canguru).
Depois, os lingüistas determinaram o significado,que era muito claro:
os
indígenas queriam dizer: "não te entendo".


Que a parte do México conhecida como Yucatan vem da Época da
conquista,
quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse
lugar?
O índio respondeu: "Yucatan". Mas o espanhol não sabia que ele estava
informando: "não sou daqui".


Que antigamente, na Inglaterra, não se podia fazer Sexo sem o
consentimento
do Rei (a não ser que se tratasse de um membro da família real)?
Quando queriam fazer amor, tinham que pedir para o monarca, que lhes
entregava uma placa, que deviam colocar na frente da porta seu quarto
enquanto tivessem relações. A placa dizia "Fornication Under Consent
of
the
King". Essa é a origem da palavra inglesa "fuck"!


Que na antiguidade, quando ao casais se casavam e iam para casa para
a
noite de núpcias os vizinhos e parentes desenhavam uma lua com mel na
porta
da casa para dar sorte. Dai a expressão "lua de mel".

CASA PIA: o célebre mail reencaminhado de autor desconhecido

"Leiam edivulguem para que seja qual for a verdade não morra solteira. Se nada disto for verdade onde é que ela está e pela ansiedade de muita gente a explosão deve queimar gente muito importante ...> > 1- Eurico de Melo é o deputado europeu identificado no Caso do Parque. Chegou a ser assinalado por comportamento pedófilo em Bruxelas pela Interpol. Desapareceu da vida política por isso. Porque é que CunhaRodrigues e Laborinho Lúcio abafaram o caso?> > 2- Porque é que vários prostitutos do Parque Eduardo VII (alguns da Casa Pia) identificaram Paulo Portas e a PJ os ignora?> > 3- Porque é que se reacende a "ligação" Paulo Portas/CinhaJardim?> > 4- Porque é que o Conselho de Ministros manteve completo silêncio até hoje sobre a denúncia do Le Point, reiterada por Rui Araújo na SIC, de que há dois ministros pedófilos no governo?> > 5- Porque é que Adelino Granja e principalmente Pedro Namora pediram tão insistentemente a demissão do ministro da Saúde?> > 6- Que ligações existem entre Jorge Coelho e Paulo Portas?> > 7- Porque é que Jorge Coelho, enquanto ministro da Administração Interna telefonou às 4 da manhã para o Director Nacional da PSP para obrigar os agentes que levaram Paulo Portas para a esquadra a "esquecer"tudo? Os dois agentes surpreenderam Portas no Parque Eduardo VII, ignoraram o seu estatuto dedeputado e levaram-no para a esquadra?> > 8 - Qual o papel da Dr.ª Fátima Galhardas, mulher do ex-director do SIS, TellesPereira, na escolha da "Casa de Elvas"? Ela é a Delegada do Ministério Público em Elvas e a responsável pela entrega de crianças aos cuidados das amas da Segurança Social. Gertrudes Nunes, dona da "Casa de Elvas", era ama da Segurança Social - que coincidência!> > 9 - Porque é que há alunos da Casa Pia que não quiseram voltar à PJ para serem interrogados de novo?> > 10 - Porque é que os interrogatórios feitos por Dias André e Rosa Mota a alunos da Casa Pia não foram gravados em vídeo ou pelo menos em áudio como acontece em qualquer país civilizado? > > Tiveram medo de registar a violência? Leia-se Barra da Costa, ex-investigador da PJ, no Correio da Manhã de 4 a 8 de Agosto.> > 11 - Que relações existem entre o inspector Dias André e o Eng.ª Miguel Paes do Amaral com Felícia Cabrita no meio?> > 12 - Qual o papel da TVI e o Portugal Diário (Media Capital=Paes do Amaral) neste processo?> > 13 - Que sabe a PJ sobre José Eduardo Moniz enquanto Director de programas da RTP, sua sociedade com Vasco Lourinho em Espanha quando este era correspondente da RTP e com um ex-director da TV Globo, a quem comprava as telenovelas, e que é seu actual sócio com António Parente e Paes do Amaral, no Brasil?> > 14 - Quem são os jornalistas envolvidos neste complot? Quem são os colaboradores da PJ e quem são os que são pagos? Porque é que Tânia Laranjo só agora descobre que andou a ser enganada pela sua muito credível fonte do Ministério Público?> > 15- Porque é que a TVI não consegue ou não pode aprofundar o caso do barco Apollo?> > 16 - Quem são as figuras públicas que aparecem num vídeo feito a bordo de um iate ao largo da Madeira e que está guardado ou foi destruído pela PJ?> > 17 - Quem é a sorridente figura pública que arranjava rapazinhos para o embaixador Carlucci, pedófilo tão compulsivo que chegava a ter ataques de fúria quando não o "serviam"?> > 18 - Porque é que Lisa Albarran era visita regular da Casa Pia e é amiga íntima do célebre "Valquíria", o monitor Paulo César, proxeneta e pedófilo do Colégio Nuno Álvares?> > 19 - Porque é que Lisa Albarran declarou numa entrevista à revista Ego que "também podia dizer que o Artur engatava rapazinhos... o difícil é provar"?> > 20 - Porque é que Lisa Albarran escreveu uma carta de conforto a Bibi e o quis ir visitar? Porque é que a direcção da Cadeia não autorizou?> > 21 - Porque é que José Martins, advogado de Bibi, é o novo advogado de Lisa Albarran?> > 22 - Porque é que Catalina Pestana afirmou que havia jornalistas e outras pessoas a pagar a alunos para, mentindo, denunciar certas pessoas e nunca disse quem são esses jornalistas nem os outros que pagavam? E porque é que de repente, passou a dizer que os alunos não mentem?> > 23 - Porque é que Dias André e Rosa Mota mostraram fotos de Valente de Oliveira, Narana Coissoró e Mota Amaral a Bibi e a alunos da Casa Pia? Porque é que mudaram para as fotos de José Sócrates e João Soares? E depois só Paulo Pedroso?> > 24 - Quem não "permitiu" que Ferro Rodrigues fosse preso e constituído arguido tendo esse acto levado à prisão de Paulo Pedroso?> > 25 - Onde pára o mega-processo contra António Moura Santos (ex-cunhado de Guterres) abafado por Cunha Rodrigues que o entregou a SoutoMoura? Processos de corrupção que ainda vêm do tempo da Alta Autoridade.> > 26 - Que ascendente(s) tem João Guerra sobre Souto Moura? Que segredos lhe conhece?> > 27 - Que segredos de Souto Moura tem Cunha Rodrigues?> > 28 - Que sabe ou que ligação tem Cunha Rodrigues ao tráfico de órgãos humanos na Casa Pia? (A notícia do Semanário tem fundamento.)> > 29 - Que segredos unem Cunha Rodrigues a Laborinho Lúcio?> > 30 - Onde param as fotos "eróticas e pornográficas" de Felícia Cabrita com o Capitão Roby? E que outros telhados de vidro tem ela que a obrigam a "colaborar"?> > 31 - Que é feito do processo do envio de crianças abusadas da Casa Pia de Lisboa para Angola (1975/76) pela Dr.ª Odete Sá (PCP) que agora é braço direito de Catalina Pestana que até aqui detestava? > > 32 - Quem é o senhor Meira, Presidente do Casa Pia Atlético Clube e porque é que convidou Demétrio Alves para o discurso de abertura do ano lectivo em 2001?> > 33 - Porque é que Demétrio Alves, que arranjou emprego a Pedro Namora (PCP) na Câmara de Loures, afirmou nesse discurso que daí um ano "esta Casa Pia não existiria"?> > 34 - Porque é que Catalina Pestana se foi oferecer a Bagão Félix para ser ela a Provedora depois da saída de Luís Rebelo, cortando assim as hipóteses de Demétrio Alves que tinha tudo preparado para o "assalto" com Pedro Namora, Odete Sá e talvez Adelino Granja embora este seja visto como "inferior e tontinho" pelos outros?> > 36 - Que ilegalidades tem a Quinta do Infantado em Loures, construída em terreno agrícola no tempo de Demétrio Alves?> > 37 - Quantos quilos de cocaína negoceia por ano Bibi, o do Benfica? Que ligações tem ele na PJ que até lhe escondem o cadastro?> > 38 - Que ligações tem Demétrio Alves com Pedro Namora? Porque é que o vereador do Turismo (PCP) de Odivelas levou para lá Pedro Namora?> > 39 - A Maçonaria perdeu controle da Casa Pia para a Opus Dei?> > 40 - Porque é que o procurador João Guerra perguntou a vários interrogados: você é da Maçonaria?"> > 41 - Porque é que quis saber se João Soares Louro é da Maçonaria?> > 42 - Porque é que os casapianos ilustres estão calados? Por exemplo: João Soares Louro (Maçonaria), Maldonado Gonelha (Maçonaria), Videira Barreto (Maçonaria).> > 43 - Porque é que Videira Barreto vive aterrorizado e não fala, sabendo tudo o que se passava na CPL?> > 44 - Existe uma "Santa Aliança" dentro da Casa Pia entre os Católicos (Opus Dei ou não) PCP?> > 45 - Porque é que João Guerra está a "eliminar" juizes para que não lhes seja distribuído o processo, utilizando o truque de os ouvir como testemunhas sobre "assuntos laterais" (já lá vão três!) e assim impossibilitando-os legalmente? > > 46 - Porque nem o CDS/PP nem o PSD têm indiciados de pedofilia?> > 47 - Porque é que Durão Barroso fez questão em demonstrar tanta confiança em Souto Moura e Jorge Sampaio chama tão frequentemente o PGR? > > 48 - Qual o verdadeiro significado das palavras de António Costa para Ferro Rodrigues sobre o PGR, no telefonema entre os dois recentemente divulgado? O que prometeu Souto Moura?> > 49 - Porque é que o juiz Rui Teixeira andou à procura de alguém que denunciasse Narana Coissoró e não conseguiu?> > 50 - Porque é que uma funcionária da Casa Pia não diz o que ouviu certa noite, cerca das 9 horas, o Mestre Américo a dizer a umas crianças, numa camarata, obrigando-os a levantarem-se?> > 51 - O que sabe o Bibi de Adelino Granja e Pedro Namora e não quer confessar (um casapiano não denuncia os seus irmãos?...)> > 52 - Se Bibi transportava elementos do Casa Pia Atlético Clube (presidido pelo Sr. Meira) e da Banda de Música, sempre com requisição, de um Director ou responsável como qualquer motorista; e se ninguém podia sair sem autorização do Director, que o porteiro conferia, quem o autorizava a sair, na carrinha, com alunos para os seus "clientes"?> > 53 - Se o porteiro tinha que registar 24 horas por dia as saídas e entradas de qualquer veículo (mesmo exterior à Casa Pia) como é que o Bibi podia fugir a esse controle?> > 54 - Quem foi a senhora toda chique, com ar de "tia" que foi visitar o Bibi a Caxias e implorar-lhe para que não falasse do seu grupo?> > 55 - Quem paga os advogados de Bibi?> > 56 - Que segredos guarda a meia-irmã de Bibi, Isabel Raposo, na Holanda? De que é que tem medo e que acordo fez com Dias André e RosaMota? > > > > "ou é a verdade ou deviam estar a escrever argumentos para Hollywood".> > Enfim, fico sem saber o que dizer. Mas posso garantir duas coisas:> > 1) O dono de uma empresa que detém laboratórios de análises clínicas confirmou-me que Ferreira Diniz utilizava o seus serviços para efectuar análise de hepatites e outras doenças sexuais a miúdos (ele nunca chegoua saber quem eram).> > 2) A pessoa responsável pela logística das deslocações da equipa de futebol da Casa Pia viu, por diversas vezes, Carlos Cruz a falar com Bibi. ">

Reis e Dinastias

Compilado a partir de várias fontes:

Reis de Portugal
Anterior à independência - Condes Portucalenses
· Henrique de Borgonha, Conde de Portucale (r. 1093-1112)
o Teresa de Leão, regente na menoridade do filho (r. 1112 - 1128)
· Afonso Henriques, Conde de Portucale e depois Rei de Portugal (r. 1112 - 1139)

Primeira Dinastia - de Borgonha ou Afonsina
1.º Dom Afonso I "O Conquistador" (r. 1139 - 1185), também chamado Afonso Henriques
2.º Dom Sancho I "O Povoador" (r. 1185 - 1211)
3.º Dom Afonso II "O Gordo" (r. 1211 - 1233)
4.º Dom Sancho II "O Capelo" (r. 1233 - 1247)
5.º Dom Afonso III "O Bolonhês" (regente 1245 - 1248; rei 1248 - 1279)
6.º Dom Dinis "O Lavrador" (r. 1279 - 1325)
7.º Dom Afonso IV "O Bravo" (r. 1325 - 1357)
8.º Dom Pedro I "O Justiceiro" (r. 1357 - 1367)
9.º Dom Fernando "O Formoso" (r. 1367 - 1383)
Interregno (1383 - 1385)
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Segunda Dinastia - de Avis ou Joanina
A Dinastia de Avis ou Segunda dinastia foi uma dinastia de Reis de Portugal, que reinou no país entre 1385 e 1580. Inicia-se depois da derrota de Castela na batalha de Aljubarrota em 14 de Agosto de 1385 e do fim da crise de 1383-1385, quando o Mestre da Ordem de Avis, D. João, filho natural de el-rei D. Pedro I foi aclamdo rei nas cortes de Cortes de Coimbra. A dinastia de Avis termina depois da morte de D. Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir (24 de Agosto de 1578) e da morte sem descendência do sucessor, o seu tio D. Henrique. Segue-se a anexação de Portugal por Espanha e a Dinastia Filipina.
10.º Dom João I "O de Boa Memória" (r. 1385 - 1433, depois do Interregno)
11.º Dom Duarte "O Eloquente" (r. 1433 - 1438)
12.º Dom Afonso V "O Africano" (r. 1438 - 1481)
13.º Dom João II "O Príncipe Perfeito" (r. 1481 - 1495)
14.º Dom Manuel I "O Venturoso" (r. 1495 - 1521)
15.º Dom João III "O Piedoso" (r. 1521 - 1557)
16.º Dom Sebastião "O Desejado" (r. 1557 - 1578)
17.º Dom Henrique "O Casto" (r. 1578 - 1580)
18.º Dom António "Prior do Crato" (r. 1580 no continente; 1580 - 1583 nos Açores) (1)
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Terceira Dinastia - Filipina, Castelhana ou de Habsburgo (também Reis de Espanha)
Ver artigo principal: Dinastia Filipina
19.º (18.º) Filipe I "O Prudente" (r. 1581 - 1598) (2)
20.º (19.º) Filipe II "O Piedoso" (r. 1598 - 1621)
21.º (20.º) Filipe III "O Grande" (r. 1621 - 1640) - Restauração da Independência
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Quarta Dinastia - Bragança ou Brigantina
Ver artigo principal: Dinastia de Bragança
22.º (21.º) Dom João IV "O Restaurador" (r. 1640 - 1656)
23.º (22.º) Dom Afonso VI "O Vitorioso" (r. 1656 - 1675)
24.º (23.º) Dom Pedro II "O Pacifico" (regente, 1668 - 1675; rei, 1675 - 1706)
25.º (24.º) Dom João V "O Magnânimo" (r. 1707 - 1750)
26.º (25.º) Dom José "O Reformador" (r. 1750 - 1777)
27.º (26.º) Dona Maria I "A Piedosa" (r. 1777 - 1816), com Pedro III como consorte (1777 - 1787)
28.º (27.º) Dom João VI "O Clemente" (procurador do Reino em nome de sua mãe, 1792 - 1799; regente, 1799 - 1816; rei, 1816 - 1826)
29.º (28.º) Dom Pedro IV "O Rei Soldado" (r. 1826), também Pedro I, Imperador do Brasil
30.º (29.º) Dona Maria II "A Educadora" (r. 1826 - 1828 e 1834 - 1853) com Dom Fernando II como consorte (1837 - 1853)
31.º (30.º) Dom Miguel "O Absoluto" (r. 1828 - 1834)
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(Quinta Dinastia - Bragança-Saxe-Coburgo-Gotha ou Bragança-Wettin)
32.º (31.º) Dom Pedro V "O Esperançoso" (r. 1853 - 1861) (3)
33.º (32.º) Dom Luís "O Popular" (r. 1861 - 1889)
34.º (33.º) Dom Carlos "O Diplomata" (r. 1889 - 1908)
35.º (34.º) Dom Manuel II "O Patriota" (r. 1908 - 5 de Outubro 1910), Implantação da República (4)
Primeira Dinastia - Afonsina
1143 - 1185D. Afonso Henriques "O Conquistador" (25 Julho 1111 Guimarães-6 Dezembro 1185 Coimbra)Casou com D. Mafalda de Sabóia1185 - 1211D. Sancho I "O Povoador" (11 Novembro 1154 Coimbra-27 Março 1211 Coimbra)Casou com D. Dulce de Aragão1211 - 1223D. Afonso II "O Gordo" (23 Abril 1185 Coimbra-21 Março 1223 Alcobaça)Casou com D. Urraca1223 - 1248D. Sancho II "O Capelo" (8 Setembro 1202 Coimbra-4 Janeiro 1248 Toledo)Casou com D. Mécia Lopes de Hero1248 - 1279D. Afonso III "O Bolonhês" (5 Maio 1210 Coimbra-16 Fevereiro 1279 Alcobaça)Casou com D. Matilde de Bolonha e com D. Beatriz de Castela1279 - 1325D. Dinis I "O Lavrador" (9 Outubro 1261 Lisboa-7 Janeiro 1325 Odivelas)Casou com D. Isabel de Aragão1325 - 1357D. Afonso IV "O Bravo" (8 Fevereiro 1291 Coimbra-28 Maio 1357 Lisboa)Casou com D. Beatriz1357 - 1367D. Pedro I "O Justiceiro" (18 Abril 1320 Coimbra-18 Janeiro 1367 Alcobaça)Casou com D. Constança Manuel e com D. Inês de Castro1367 - 1383D. Fernando I "O Formoso" (31 Outubro 1345-22 Outubro 1383 Santarém)Casou com D. Leonor de Telles1383 - 1385Interregno
Segunda Dinastia - Avis
1385 - 1433D. João I "O de Boa Memória" (11 Abril 1357 Lisboa-14 Agosto 1433 Batalha)Casou com D. Filipa de Lencastre1433 - 1438D. Duarte I "O Eloquente" (31 Outubro 1391 Viseu-9 Setembro 1438 Batalha)Casou com D. Leonor de Aragão1438 - 1481D. Afonso V "O Africano" (15 Janeiro 1432 Sintra-28 Agosto 1481 Batalha)Casou com D. Isabel1481 - 1495D. João II "O Príncipe Perfeito" (3 Maio 1455 Lisboa-25 Outubro 1495 Batalha)Casou com D. Leonor1495 - 1521D. Manuel I "O Venturoso" (31 Maio 1469 Alcochete-13 Dezembro 1521 Belém)Casou com D. Isabel de Castela, D. Maria de Castela e com D. Leonor1521 - 1557D. João III "O Piedoso" (6 Junho 1502 Lisboa-11 Junho 1557 Belém)Casou com D. Catarina de Áustria1557 - 1578D. Sebastião I "O Desejado" (20 Janeiro 1554 Lisboa-4 Agosto 1578 África)Não Casou1578 - 1580D. Henrique I "O Casto" (31 Janeiro 1512 Almeirim-31 Janeiro 1580)Não Casou1580 - 1580D. António I "O Determinado" (1531 Lisboa-26 Agosto 1595 Paris)Não Casou

Terceira Dinastia - Filipina
1581 - 1598D. Filipe I "O Prudente" (21 Março 1527 Valhadolid-13 Setembro 1598 Escorial)Casou com D. Maria de Portugal; D. Maria Tudor, D. Isabel de Valois e com D. Ana de Áustria1598 - 1621D. Filipe II "O Pio" (14 Abril 1578 Madrid-31 Março 1621 Escorial)Casou com D. Margarida de Áustria1621 - 1640D. Filipe III "O Grande" (8 Abril 1605 Madrid-17 Setembro 1665 Escorial)Casou com D. Isabel de França

Quarta Dinastia - Bragança
1640 - 1656D. João IV "O Restaurador" (19 Março 1604 V. Viçosa-6 Novembro 1656 Lisboa)Casou com D. Luísa de Gusmão1656 - 1683D. Afonso VI "O Vitorioso" (21 Agosto 1643 Lisboa-12 Setembro 1683 Lisboa)Casou com D. Maria Francisca de Sabóia1683 - 1706D. Pedro II "O Pacífico" (26 Abril 1648 Lisboa-9 Dezembro 1706 Lisboa)Casou com D. Maria Francisca de Sabóia e com D. Maria Sofia de Neuburgo1706 - 1750D. João V "O Magnânimo" (22 Outubro 1689 Lisboa-31 Julho 1750 Lisboa)Casou com D. Maria Ana de Áustria1750 - 1777D. José I "O Reformador" (6 Junho 1714 Lisboa-24 Fevereiro 1777 Lisboa)Casou com D. Mariana Vitória1777 - 1816D. Maria I "A Piedosa" (17 Dezembro 1734 Lisboa-20 Março 1816 Lisboa)Casou com D. Pedro III1816 - 1826D. João VI "O Clemente" (13 Maio 1767 Queluz-10 Março 1826 Lisboa)Casou com D. Carlota Joaquina1826 - 1826D. Pedro IV "O Rei Soldado" (12 Outubro 1798 Queluz-24 Setembro 1834 Lisboa)Casou com D. Maria Leopoldina1828 - 1834D. Miguel I "O Tradicionalista" (26 Outubro 1802 Lisboa-14 Novembro 1866 Áustria)Casou com D. Adelaide de Rosenberg1826 - 1853D. Maria II "A Educadora" (4 Abril 1819 Rio de Janeiro-15 Novembro 1853 Lisboa)Casou com D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha1853 - 1861D. Pedro V "O Esperançoso" (16 Setembro 1837 Lisboa-11 Novembro 1861 Lisboa)Casou com D. Estefânia Hohenzollern-Sigmaringen1861 - 1889D. Luís I "O Popular" (31 Outubro 1838 Lisboa-19 Outubro 1889 Lisboa)Casou com D. Maria Pia de Sabóia1889 - 1908D. Carlos I "O Martirizado" (28 Setembro 1863 Lisboa-1 Fevereiro 1908 Lisboa)Casou com D. Maria Amélia de Orleães1908 - 1910D. Manuel II "O Rei Saudade" (15 Novembro 1889 Lisboa-2 Abril 1932)Casou com D. Augusta Vitória Hohenzollern-Sigmaringen